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Squad aposta na moda casual para os dias quentes do verão 2012


A marca Squad apresentou a moda masculina com peças lindas, valorizando o estilo casual para o homem moderno estar confortável nos dias quentes do verão 2012. A coleção desfilada no NHFD foi a Summer 11/12, inspirada em St. Barths, que traz o prazer de desfrutar o melhor do verão com muito charme.

Nas bermudas, camisetas e camisas os tons pasteis predominaram. Os casacos e blazers também apostaram nas cores claras, sem deixar de fora o tradicional azul marinho. As cores vibrantes da coleção estão presentes nas camisas polos, com tonalidades como o verde bandeira e o laranja.

A Squad é uma marca jovem que busca aliar o conforto ao estilo na moda masculina. As peças, de formas descontraídas, são propostas em um mix de brancos, cáquis e marinhos, pontuados por toques de cores vivas, para compor um guarda-roupa prático e moderno para o homem contemporâneo”, declarou a marca.

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 Fotos: Ricardo de Moraes

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Administradores são os mais preocupados com a aparência

Os administradores gaúchos estão mais preocupados com a elegância na hora de se vestir. A grife de moda masculina Spirito Santo comprova isto ao divulgar o perfil de seus clientes. Nos últimos seis meses estes profissionais deixaram um ticket médio mensal de R$ 500 nas lojas da marca gaúcha e formam 13% do total de compradores.

A pesquisa revelou ainda que advogados (13%) e empresários (12%) também ocupam o topo da lista de consumidores. Na sequência estão estudantes (11%), vendedores (10%) e médicos (8%). Já publicitários e arquitetos aparecem empatados com 4% cada.

Com o slogan “Vista sua Alma”, a Spirito Santo aposta na moda para homens contemporâneos de diferentes estilos e gostos, do casual à alfaiataria. Em sua nova coleção, COSA NOSTRA, faz um mergulho no universo pop da cultura italiana. O catálogo completo pode ser visto em www.spiritosanto.com.br. Mais informações em http://www.facebook.com/sptsnt.

Foto:  Equipe Estúdio Dudu Carneiro e Gil Wilkom

Retrô na pauta

Já deixou de ser tendência e virou estilo. Desbancou o futurismo proposto com looks brilhantes, plastificados, cítricos e prateados. Deixou de ser modismo e virou uma homenagem real e pura a um estilo saudosista. O retrô é a materialização da reverência que fazemos a um estilo que prezava pela elegância e beleza.

Como não ficar impressionado (leia-se aqui, babando) com o modo dos europeus em se vestir? Abaixo, alguns cliques do Karl-Edwin Guerre, que ficamos conhecendo por uma dica do Sylvain Justum pelo twitter.

 

 

Para conhecer mais sobre o trabalho do Guerre, acesse  >> http://guerreisms.com

Fotos: Guerre

Por Doug Oberherr

Um domingo abstrato

 A coleção de verão da Z Zegna foi descrita como um quadro de domingo: céu azul, pôr-do-sol amarelo-alanjado, tons borrados e uma infinidade de contrapontos que fazem dele, uma tela abstrata.

Alessandro Sartori, o designer por detrás da marca colocou na passarela algumas de suas marcas registradas: calças baggy, trench coats acinturados, ombros marcados e largos com modelagens sobrepostas, blazers cropped, perfectos e fechamentos laterais. No ar, algo descrito por Tim Blanks como um safári navy.

Construções clássicas dividiram a cena com modelos casuais. Nos tecidos, um tudo: tricoline, seda, laminados sintéticos envernizados, couro, tricô e acabamentos emborrachados. Coisa de gentleman.

para ampliar as fotos, clique nas miniaturas


		
		


Fonte: Style.com

Por Doug Oberherr

John Varvatos, “smells like a rock spirit”

Nem sempre atirar para todos os lados significa atingir um alvo, mas John Varvatos sabe o que faz. O norte-americano de descendência grega, ganhador de dois prêmios de melhor designer do ano utilizou várias referências em sua coleção “Spring 2012” ganhando status de “tem-que-ter” no guarda-roupas do homem contemporâneo.

Alfaiataria (base de quase todas as coleções masculinas apresentadas), somada ao militarismo, às transparências (malharias muito finas ganharam espaço no verão europeu e no brasileiro). Nos recortes, assimetria no fechamento dos casacos. Materiais: matelassê, organza, tricoline, jersey, tricô e veludo. Nas cores: ocre, cinza, chumbo, preto e branco.

Em tempo: a inspiração de Varvatos veio da música. Segundo o estilista, Jimmy Page estava em sua cabeça quando começou a trabalhar na coleção. Fazendo um passeio musical, as criações permeiam os estilos dos Rolling Stones, The Who e é claro, Led Zeppelin.

 Aperte o play no som abaixo e confira as fotos do desfile, na galeria:

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Fonte: Style

Por Doug Oberherr

Menswear verão – Milão

 Terminamos as semanas de moda brasileira e já estamos com Milão mostrando as apostas para a moda masculina. Em meio a alfaiatarias, incursões no rock, no “bom mocismo”, no mundo dos esportes e das experimentações feminino-masculino, o street style é o que realmente dá a cara da estação, propondo usos distintos das combinações apresentadas nas passarelas.

Convenhamos que os europeus, com a mente mais aberta para a moda (e para outras questões, também) dão um show na hora de se vestir. Esqueçam as montações afetadas, as plumas e os paetês, estamos falando de composições pensadas para expressar o que realmente se é, e não o que se quer parecer.

A consultora de moda Marina Cezar em entrevista à J&J revelou que os europeus não passam horas analisando o que vestir antes de sair de casa, no intuito de “causar”. Esse é o estilo deles e ponto. Não se fala em “montações”, a intenção é clara: mostrar quem se é, de uma forma que não seja necessário chocar.

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Fotos: Tommy Ton para Style.com

Por Doug Oberherr

O controle do colapso

foto: Interview Magazine

 

Há cinco anos atrás Rick Owens colocava nas passarelas todo o medo, o abandono, os insucessos e o que pudesse transmitir ideia de desolação. Para alguns editores de moda ele era a cara do neo-gótico.

Hoje, mais maduro (nas palavras do próprio Owens), ele consegue domar aquilo que antes – para ele – parecia uma força incontrolável. Na última semana de moda masculina, Owens lançou nas passarelas uma coleção inspirada na maturidade masculina, no senso de proteção e de família. Em entrevista para Tim Blanks, ele ressaltou que sua coleção era inspirada nos homens que saem para trabalhar e prover suas famílias. Sejam eles os escravos egípcios que construíram pirâmides ou o Papa e seus padres.

O fato é que, mesmo com as mudanças internas no estilista, sua identidade não se perdeu no caminho até aqui. Seja no verão, seja no inverno, o estilo não muda. Mudam os acessórios, mudam os cortes, mas a essência permanece. É isso que falta em muita marca brasileira: identidade. E identidade não está no discurso. Identidade é aquilo que se sente. Naquilo que o toque proporciona.

Rick Owens - Inverno 2011 Foto: Style

 

 

 

 

 

 

Por Doug Oberherr

 

 

 

 

Transparências masculinas

As transparências surgiram lenta e discretamente no vestuário masculino. A partir desta temporada meanswear ela se tornou evidente, pois foi escolha de várias grifes para ilustrar o verão 2011.

Desde os clássicos Bottega Veneta a descolada Versace, o jogo de esconde e mostra recriou a estética da alfaiataria, se falarmos das camisas em organza. Enquanto isso, numa ótica mais despretensiosa e esportiva, as regatas surgem em tramas abertas, como da Burberry Prorsum.

Será que é mais uma tendência?

Por Maíra Thums

Bolsa Masculina

Sem alça?

Isso mesmo, essa mania surgiu com as bolsas Dries Van Noten e transformaram-se em forma de uso. As bolsas masculinas são itens de obrigatoriedade nos looks dos homens europeus e americanos. É claro, com um jeito bem viril de carregar.

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Por Maíra Thums

Sarah Burton para Alexander McQueen

A nova diretora criativa da marca Alexander McQueen mostra a que veio. Mantendo o espírito do estilista fundador da marca ela mostra um trabalho muito bom inspirado na história britânica. Os dândis trazidos por Sarah ganham ares aristocráticos e transitam bem entre as influências orientais, outra aposta da estilista.

Confira abaixo os looks que desfilaram no catwalk da marca:

 (clique nas imagens para aumentar)

 

Fotos: reprodução

Por Doug Oberherr

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