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E se o seu sapato tivesse um rosto?

 A artista Gwen Murphy tem um trabalho, no mínimo, inusitado: ela cria rostos em sapatos.

Formada pela Boston University College of Fine Arts, Gwen afirma que desde pequena conseguia encontrar personalidades diferentes em cada par de sapato de via. Alguns lembravam rostos sonolentos, outros pareciam “sorrir”. Com essa ideia ela desenvolveu uma série de peças em que molda rostos em sapatos e formas de modelagem, intitulada “Foot Fetish”.

Utilizando pó de argila e tinta acrílica ela cria modelos de sapato com olhos, boca, nariz e por aí vai. Temos uma amostra do trabalho dela logo abaixo:

 

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Para saber mais sobre ela e conferir mais “modelos”, acesse: http://gwenmurphy.blogspot.com/

Festa Nacional do Calçado deve vender mais de 200 mil pares

O feriado de 7 de Setembro favoreceu a intensa movimentação de público na Festa Nacional do Calçado, em Novo Hamburgo. De acordo com o presidente da Fenac, Elivir Desiam, faltaram apenas 300 pessoas para que chegassem a 18 mil visitantes na quarta-feira.

“A Festa é um evento bem comercial, o pessoal vem para comprar mesmo. Não existe outro evento de promoção de calçados neste porte no Brasil. Produtos de qualidades e reunimos as melhores marcas a preços promocionais em um mesmo lugar”, declara o presidente da Fenac.

Milhares de pessoas são esperadas para o último final de semana. Pelas vendas já realizadas, Elivir Desiam acredita que facilmente será batida a meta de vender mais de 200 mil pares de calçados.

A Festa Nacional do Calçado segue até o domingo dia 11 e abre diariamente das 10 às 21h. O ingresso custa R$ 5,00 para adultos e R$ 2,50 para estudantes e pessoas acima de 60 anos. O estacionamento interno custa R$ 10,00. O acesso à Fenac pode ser feito através das ruas Araxá, 3 de Outubro e também pela Av. Nações Unidas. Outras informações no site da  Festa Nacional do Calçado.

Foto: Ricardo de Moraes / Fenac

Festa Nacional do Calçado 2011 promete ser o maior evento dos 50 anos da Fenac

O primeiro dia da Festa Nacional do Calçado foi comemorado com otimismo pelo diretor-presidente da Fenac, Elivir Desiam. De acordo com ele, o público que circulou pelos estandes nesta sexta-feira, 02 de setembro, representa 20% a mais de visitantes em relação ao primeiro dia do ano anterior.

“A Festa Nacional do Calçado deste ano espera ser o maior evento dos 50 anos da Fenac em público visitante. Estimamos que mais de 100 mil pessoas visitem a Festa e que, pelo menos, 200 mil pares de calçados sejam vendidos nesses 10 dias”, estima Desiam.

O evento conta com 250 expositores e mais de 350 marcas e grifes brasileiras.  Ótimos descontos nas coleções outono / inverno e também nos lançamentos primavera verão.

Além da grande estrela da Festa, o calçado, o evento conta com vestuário (também com boas opções para infantil e masculino), acessórios, artesanato, produtos coloniais e até carros. Além disso, há espaços de entretenimento para crianças e adultos, exposição de quadros e carros antigos e ampla praça de alimentação.

A Festa Nacional do Calçado segue todos os dias até 11 de setembro, das 10 às 21 horas. O ingresso custa R$ 5,00 para adultos e R$ 2,50 para estudantes e pessoas acima de 60 anos. Menores de seis anos não pagam. O valor do estacionamento interno será de R$ 10,00. Outras informações no site da  Festa Nacional do Calçado.

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[design] Praticidade e conforto em calçados para camping

A Timberland desenvolveu um tênis com um design super interessante. Confira no vídeo abaixo:

À venda na loja online da marca por algo em torno de R$100, o tênis além de superflexível pode ser guardado em pequenos espaços e ou até mesmo pendurado na mochila do campista. Um dos pontos mais legais nesse projeto é que o solado é feito com materiais reciclados!

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Fonte: Hypeness

Uma parceria de sucesso – EA7

Uma parceria que deu certo é das marcas Reebok e Empório Armani. A fusão do design italiano e do requinte da Armani com a tecnologia e conforto dos calçados esportivos da Reebok fez nascer dez modelos cool de calçados femininos e masculinos por meio da marca conjunta EA7.

Os mesmos entram no mercado a partir de agosto, nas lojas Empório Armani, lojas conceito da Reebok e revendedores autorizados.

Uma forma genérica e bem sucedida de trazer para o mercado produtos de qualidade e estilo, mantendo a linha clássica Armani, ou seja, cartela de cores sóbria e formas limpas.

Vamos esperar?!

Por Maíra Thums

Foto: Reprodução

J&J Entrevista: Ricardo Michaelsen, diretor-presidente da Fenac

Ricardo Michaelsen nasceu em Novo Hamburgo, mas é cidadão do mundo. Formado em Contabilidade e com MBA em Administração pela FGV(Fundação Getulio Vargas), possui uma experiência de mais de 30 anos no setor de couros e calçados. Tem atuação em entidades como ABQTIC- Associação Brasileira de químicos e técnicos da indústria do Couro; AICSUL- Associação das indústrias de curtumes do Rio Grande do Sul; CICB- Centro das indústrias de couros do Brasil; IBTeC- Instituto Brasileiro de tecnologia do Couro, Calçados e acessórios. Atualmente, é o presidente da Fenac S/A Feiras e empreendimentos Turísticos, e entre outros assuntos, fala sobre a moda gaúcha e o mercado de eventos.

J&J O Sr consegue perceber uma diferenciação na moda do Rio Grande do Sul para o resto do país? Se sim, quais seriam essas peculiaridades?

Ricardo Michaelsen – Tenho viajado muito em função dos eventos promovidos pela Fenac. E nestas incursões, tanto pelos principais estados brasileiros quanto em alguns países da Europa, percebo uma multiplicação cada vez maior de estilos, muito focados no respeito às culturas de cada povo. Aqui no Rio Grande do Sul, o que notamos de peculiar com relação a outros locais, é uma utilização cada vez maior dos artigos em couro, muito além do sapato. São cintos, bolsas, jaquetas e outros produtos complementares que estão em evidência crescente, valorizando este item e desmistificando um pouco a questão do seu custo, até então tido como inacessível por boa parte da população.

J&J- Como o Sr vê a moda regional daqui alguns anos?

Ricardo Michaelsen Cada vez mais fortalecida, pois o gaúcho adora marcar presença em todas as áreas. Na política, no futebol e em outras áreas, todos têm sua preferência e fazem questão de ressaltá-la. Com a moda não é diferente. Assim que compreendida e valorizada, a moda regional passa a ser externada com orgulho e, portanto, antevejo aí uma ótima oportunidade de negócios para quem trabalha com este nicho. E, se for possível se antecipar as tendências, o planejamento empresarial certamente será marcado pelo sucesso absoluto.

J&J O quão importante o Sr. considera as feiras da região, do país e do mundo?

Ricardo Michaelsen São fundamentais tanto para quem produz quanto para quem consome. As feiras reúnem em um mesmo local os fabricantes, estilistas, empresários, imprensa e outros elementos comuns ao fortalecimento de um determinado setor. Não consigo mais conceber o crescimento de uma área, especialmente no que diz respeito à moda, sem a realização de eventos específicos e também multissetoriais, onde a moda faça uma espécie de incursão, apresentando as diversas nuances de sua utilização.

J&J Como o Sr enxerga a adoção de inúmeras empresas e pessoas adotarem como ferramenta de divulgação algumas mídias sociais, como o Twitter, já que o Sr tem e consegue o manter atualizado e interessante?

Ricardo Michaelsen Considero fundamental as mídias sociais. Temos que acompanhar a evolução e confesso que tenho me informado muito a partir do Twitter. E em respeito aos meus seguidores, também faço questão de manter o meu próprio Twitter atualizado. Não é um vício, mas é uma espécie de compromisso.

J&J- Levando em conta a experiência que o Sr possui, em sua opinião, quais deveriam ser as metas principais das empresas para se manterem e acompanharem o mercado de moda?

Ricardo Michaelsen – Participação em feiras é fundamental, assim como uma leitura dos principais veículos de comunicação direcionados a esta área. Viagens também são fundamentais, e contribuem para o crescimento empresarial.

J&J – Se pudesse fazer uma cronologia a respeito da história da moda de Novo Hamburgo em algumas linhas, já que o Sr faz parte dessa biografia da cidade, como seria contada essa narrativa?

Ricardo Michaelsen – Nosso contato com a moda começou muito cedo, pois trabalhei em fábrica de calçados na adolescência e já inventava alguns modelos exclusivos para a minha mãe. Em seguida fui trabalhar na Casa Floriano que era Top em moda da cidade. Neste período, fui manequim e visitei a primeira feira, que na época era a melhor FENIT (Salão Internacional da Indústria Têxtil), em São Paulo. Nós, hamburguenses, devido às fabricas de calçados e viagens constantes, respiramos moda de muitas maneiras, isso já esta intrínseco na maioria dos profissionais.


Por Marina Cezar e Priscila Pagnussat

COUROMODA 2011

A Couromoda(Feira Internacional de Calçados, Artigos Esportivos e Artefatos de Couro) 2011 já tem data e local marcados. Acontecerá em São Paulo, no Parque Anhembi, do dia 17 ao dia 20 de janeiro. A feira tem 1.100 expositores, número que responde a 95% da produção brasileira. Além de toda a campanha nacional feita, há uma paralela internacional e já passou pelo jornal Micam Today(jornal que circulou na feira Micam/itália) e em catálogos de feiras da Europa.

Por Priscila Pagnussat

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